Você.

Mecanismos. Instituição.

Mato por ti, ou eres tu que me constrange? Ajo de acordo com suas regras, ou você toma as minhas regras inconcientes como suas?

As regras, tenho pra mim, mas é você quem as torna lei. Assim, eres tu a maquina de opressão ou minha própria existencia? Oprimo quem não segue minha moral, minha ética, meu caráter.

Sou eu, então, você? Se não uma foto, uma bela pintura. Mato e ponho a culpa em ti; mato e lavo minha alma em tua culpa; mato, mas é você quem vai pro inferno. Eu me imortalizo em ideias minhas que passo a você. Tento te destruir, mas sem ti não vivo, pois sou, no final das contas, uma parte de ti e você meu todo.

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